O Extra Virgem mais saudável

O azeite extra virgem Olivar de Segura é excelente pela sua composição de ácidos gordos e a sua quantidade de antioxidantes naturais.

O seu alto teor de ácido oleico monoinsaturado e o seu elevado conteúdo de polifenóis, convertem-no no azeite mais estável que existe, significando isto um maior período de vida e um excelente comportamento frente ao uso térmico na cozinha.

O seu alto teor em Vitamina E e Polifenóis, antioxidantes naturais, que são os responsáveis dos seus atributos de travo amargo e ligeiro picante, tão característico dos nossos azeites picuais, são exatamente as propriedades que exercem sobre o nosso organismo ações tão benéficas para a saúde:

  • Diminui o nível de colesterol.
  • Protetor cardiovascular natural.
  • Previne o envelhecimento, a morte celular e melhora as expetativas de vida.
  • Bom para a hipertensão, favorece o tratamento das doenças do coração e do cancro, para além de estimular a vesícula biliar e a digestão (diminuindo a acidez gástrica), regula o trânsito intestinal, reduz a prisão de ventre, protege órgãos internos como pâncreas, fígado e vesícula.
  • Favorece a absorção de cálcio e a mineralização, estimulando o crescimento, para além de ter um efeito protetor e tónico sobre a pele e cabelo.

Recentemente o Estudo PREDIMED (Prevención con dieta mediterránea) certificou que o consumo de uma dieta mediterrânica rica em azeite, ou em frutos secos, evita a deterioração da saúde mental durante a velhice.

Uma equipa de investigadores da Universidad Autónoma de Barcelona recomenda o consumo de 50 mililitros de azeite extra virgem devido à sua função antioxidante e anti tumoral.

Conseguiram decifrar o mecanismo pelo qual o azeite extra virgem diminui a afetação do cancro da mama. 

O azeite atua diminuindo a atividade do oncogene responsável pelo favorecimento da proliferação e crescimento do tumor. Para que os benefícios do azeite sejam duradouros e efetivos, os investigadores recomendam o seu consumo durante toda a vida, e não num curto período de tempo, devendo sempre escolher azeites extra virgem de alta qualidade. A recomendação fixa nos 50 mililitros, por dia, o consumo de azeite extra virgem.

Uma recente investigação de PREDIMED (acrónimo espanhol de ‘Efeitos da dieta mediterrânica na prevenção primária de doenças cardiovasculares) demonstra que o consumo diário deste produto é uma maneira simples de evitar a destruição óssea. Para além disso, também evidencia que este ouro líquido fomenta a produção de insulina pelo pâncreas; esta falha na produção de insulina pode levar ao aparecimento de diabetes.

Olivar de Segura - Cooperativa AndaluzaO estudo PREDIMED iniciou-se no fim de 2003 com 7.400 participantes. O seu objetivo era conhecer, mediante um ensaio clínico aleatório, se a dieta mediterrânica, suplementada com azeite ou com frutos secos, evitava a aparição de problemas cardiovasculares, em comparação com uma dieta baixa em gorduras. São várias as conclusões que se puderam extrair desse estudo, como o seu efeito sobre o colesterol ou sobre o peso, mas ainda continuam a surgir dados novos como o publicado na revista 'Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism' (JCEM).

“Ainda que diferentes estudos experimentais já tivessem relacionado, em laboratório, a ingestão de azeite extra virgem com a prevenção de osteoporose, este é o primeiro estudo aleatório que demonstra que o azeite é bom para os ossos. Pelo menos é o que nos dizem os dados de diferentes marcadores sanguíneos na formação do osso, como a osteocalcina”, explica a ELMUNDO.es (15/08/2012) José Manuel Fernández-Real, médico do departamento de Diabetes, Endocrinologia e Nutrição do Hospital José Trueta de Gerona e principal autor deste estudo. Segundo este especialista, o efeito do azeite podia ser similar aos medicamentos contra a osteoporose sobre os mesmos marcadores sanguíneos.